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	<title>OSGeo - User contributions [en]</title>
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		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=63106</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2012-06-01T10:01:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Objectivos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal, através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ler o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Instruções para [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Im%C3%B3veis_devolutos_em_Portugal mapear imóveis devolutos no OSM].&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Discussão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 25 Nov 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No teu texto, apenas sugeres a tag building=vacant. Essa tag é oficial?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. A tag '''building=vacant''' não é oficial. No entanto os renderers poderão no futuro suportar esta tag, para já irão tratá-la como sinónimo de building=yes.&lt;br /&gt;
Existe uma [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Proposed_features/Building_attributes proposta] em avaliação que sugere, entre outros, o atributo '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' em que o ''building_type'' é a tipologia do edifício.&lt;br /&gt;
Pessoalmente considero que esta tag levanta alguns problemas de '''verificabilidade''', pois só na posse desta informação é que é possível aceitar determinado valor. Todavia, considero que se adequa perfeitamente a uma classificação do tipo &amp;quot;devoluto&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;É só para edifícios desabitados? E como se classifica a degradação? Por níveis de degradação?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Apesar do [http://www.arrendamento.gov.pt/NR/rdonlyres/05ABC420-4655-4150-970A-485B2CB3FAFF/0/DL_Conceito_fiscal_predio_devoluto.pdf conceito] de imóvel devoluto ser uma figura legar &amp;quot;complicadíssima&amp;quot; de determinar considera-se devoluto o prédio urbano ou fracção autónoma que, durante um ano, se encontre desocupada. Como nós não somos fiscais (nem pretendemos ser), apenas nos assiste enquanto cidadãos identificar situações excepcionais de abandono e degradação do património.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Como se classifica a degradação?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom aqui não encontrei nenhuma tag que se adequasse ao nosso objectivo. Por isso proponho o seguinte: associado à tag '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' dois valores possíveis '''{vacant; partially  vacant}'''. O primeiro refere-se a todos os edifícios desabitados que apresentem sinais evidentes de abandono. Em princípio, estes evidenciam um avançado estado de degradação (pode não ser o caso) , não estão para venda ou aluguer nem aguardam o licenciamento camarário para a realização de obras(notório pela inexistência da placa de pedido de licenciamento). O segundo valor refere-se, portanto, a estas situações.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quanto ao estado de degradação podia sim ser por níveis (desde que bem documentados). Por exemplo: a tag '''building:vacant=&amp;lt;status_value&amp;gt;''' poderia assumir o valor {sem necessidades de reparação; pequenas reparações e reparações médias; grandes reparações e muito degradado}. Esta é, aliás, a classificação adoptada neste [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf estudo]. Uma outra proposta seria classificar os imóveis quanto à sua condição, i.e., se está '''{à venda, para alugar, aguarda licenciamento ou se está vago}''' através da tag '''building:vacant=&amp;lt;condition&amp;gt;'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;E apartamentos?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque não! Desde que se tenha essa informação e que esta possa ser universalmente verificada.&lt;br /&gt;
Repara que para além de estarmos a identificar situações abusivas no que toca à conservação do património edificado, estamos também a denunciar possíveis situações de irresponsabilidade que são puníveis à luz da lei, por isso cuidado!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
No que toca a residência secundárias (casas de férias) penso que o decreto-lei define esses casos como excepções à regra. No entanto, se estivermos perante uma situação como a que foi descrita anteriormente, porque não? Decerto que se a habitação apresentar sinais evidentes de degradação, provavelmente não estará habitada. Mas lá está, julgo que deve ficar à consideração de cada um classificar aquele imóvel como uma situação abusiva, de abandono e irresponsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=60048</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=60048"/>
		<updated>2012-01-19T14:33:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Discussão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal, através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ler o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Discussão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 25 Nov 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No teu texto, apenas sugeres a tag building=vacant. Essa tag é oficial?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. A tag '''building=vacant''' não é oficial. No entanto os renderers poderão no futuro suportar esta tag, para já irão tratá-la como sinónimo de building=yes.&lt;br /&gt;
Existe uma [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Proposed_features/Building_attributes proposta] em avaliação que sugere, entre outros, o atributo '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' em que o ''building_type'' é a tipologia do edifício.&lt;br /&gt;
Pessoalmente considero que esta tag levanta alguns problemas de '''verificabilidade''', pois só na posse desta informação é que é possível aceitar determinado valor. Todavia, considero que se adequa perfeitamente a uma classificação do tipo &amp;quot;devoluto&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;É só para edifícios desabitados? E como se classifica a degradação? Por níveis de degradação?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Apesar do [http://www.arrendamento.gov.pt/NR/rdonlyres/05ABC420-4655-4150-970A-485B2CB3FAFF/0/DL_Conceito_fiscal_predio_devoluto.pdf conceito] de imóvel devoluto ser uma figura legar &amp;quot;complicadíssima&amp;quot; de determinar considera-se devoluto o prédio urbano ou fracção autónoma que, durante um ano, se encontre desocupada. Como nós não somos fiscais (nem pretendemos ser), apenas nos assiste enquanto cidadãos identificar situações excepcionais de abandono e degradação do património.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Como se classifica a degradação?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom aqui não encontrei nenhuma tag que se adequasse ao nosso objectivo. Por isso proponho o seguinte: associado à tag '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' dois valores possíveis '''{vacant; partially  vacant}'''. O primeiro refere-se a todos os edifícios desabitados que apresentem sinais evidentes de abandono. Em princípio, estes evidenciam um avançado estado de degradação (pode não ser o caso) , não estão para venda ou aluguer nem aguardam o licenciamento camarário para a realização de obras(notório pela inexistência da placa de pedido de licenciamento). O segundo valor refere-se, portanto, a estas situações.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quanto ao estado de degradação podia sim ser por níveis (desde que bem documentados). Por exemplo: a tag '''building:vacant=&amp;lt;status_value&amp;gt;''' poderia assumir o valor {sem necessidades de reparação; pequenas reparações e reparações médias; grandes reparações e muito degradado}. Esta é, aliás, a classificação adoptada neste [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf estudo]. Uma outra proposta seria classificar os imóveis quanto à sua condição, i.e., se está '''{à venda, para alugar, aguarda licenciamento ou se está vago}''' através da tag '''building:vacant=&amp;lt;condition&amp;gt;'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;E apartamentos?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque não! Desde que se tenha essa informação e que esta possa ser universalmente verificada.&lt;br /&gt;
Repara que para além de estarmos a identificar situações abusivas no que toca à conservação do património edificado, estamos também a denunciar possíveis situações de irresponsabilidade que são puníveis à luz da lei, por isso cuidado!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
No que toca a residência secundárias (casas de férias) penso que o decreto-lei define esses casos como excepções à regra. No entanto, se estivermos perante uma situação como a que foi descrita anteriormente, porque não? Decerto que se a habitação apresentar sinais evidentes de degradação, provavelmente não estará habitada. Mas lá está, julgo que deve ficar à consideração de cada um classificar aquele imóvel como uma situação abusiva, de abandono e irresponsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=60047</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=60047"/>
		<updated>2012-01-19T14:33:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Objectivos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal, através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ler o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Discussão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 25 Nov 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No teu texto, apenas sugeres a tag building=vacant. Essa tag é oficial?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. A tag '''building=vacant''' não é oficial. No entanto os renderes poderão no futuro suportar esta tag, para já irão tratá-la como sinónimo de building=yes.&lt;br /&gt;
Existe uma [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Proposed_features/Building_attributes proposta] em avaliação que sugere, entre outros, o atributo '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' em que o ''building_type'' é a tipologia do edifício.&lt;br /&gt;
Pessoalmente considero que esta tag levanta alguns problemas de '''verificabilidade''', pois só na posse desta informação é que é possível aceitar determinado valor. Todavia, considero que se adequa perfeitamente a uma classificação do tipo &amp;quot;devoluto&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;É só para edifícios desabitados? E como se classifica a degradação? Por níveis de degradação?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Apesar do [http://www.arrendamento.gov.pt/NR/rdonlyres/05ABC420-4655-4150-970A-485B2CB3FAFF/0/DL_Conceito_fiscal_predio_devoluto.pdf conceito] de imóvel devoluto ser uma figura legar &amp;quot;complicadíssima&amp;quot; de determinar considera-se devoluto o prédio urbano ou fracção autónoma que, durante um ano, se encontre desocupada. Como nós não somos fiscais (nem pretendemos ser), apenas nos assiste enquanto cidadãos identificar situações excepcionais de abandono e degradação do património.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Como se classifica a degradação?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom aqui não encontrei nenhuma tag que se adequasse ao nosso objectivo. Por isso proponho o seguinte: associado à tag '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' dois valores possíveis '''{vacant; partially  vacant}'''. O primeiro refere-se a todos os edifícios desabitados que apresentem sinais evidentes de abandono. Em princípio, estes evidenciam um avançado estado de degradação (pode não ser o caso) , não estão para venda ou aluguer nem aguardam o licenciamento camarário para a realização de obras(notório pela inexistência da placa de pedido de licenciamento). O segundo valor refere-se, portanto, a estas situações.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quanto ao estado de degradação podia sim ser por níveis (desde que bem documentados). Por exemplo: a tag '''building:vacant=&amp;lt;status_value&amp;gt;''' poderia assumir o valor {sem necessidades de reparação; pequenas reparações e reparações médias; grandes reparações e muito degradado}. Esta é, aliás, a classificação adoptada neste [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf estudo]. Uma outra proposta seria classificar os imóveis quanto à sua condição, i.e., se está '''{à venda, para alugar, aguarda licenciamento ou se está vago}''' através da tag '''building:vacant=&amp;lt;condition&amp;gt;'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;E apartamentos?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque não! Desde que se tenha essa informação e que esta possa ser universalmente verificada.&lt;br /&gt;
Repara que para além de estarmos a identificar situações abusivas no que toca à conservação do património edificado, estamos também a denunciar possíveis situações de irresponsabilidade que são puníveis à luz da lei, por isso cuidado!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
No que toca a residência secundárias (casas de férias) penso que o decreto-lei define esses casos como excepções à regra. No entanto, se estivermos perante uma situação como a que foi descrita anteriormente, porque não? Decerto que se a habitação apresentar sinais evidentes de degradação, provavelmente não estará habitada. Mas lá está, julgo que deve ficar à consideração de cada um classificar aquele imóvel como uma situação abusiva, de abandono e irresponsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58897</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58897"/>
		<updated>2011-11-25T18:03:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Discussão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal, através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Discussão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 25 Nov 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No teu texto, apenas sugeres a tag building=vacant. Essa tag é oficial?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. A tag '''building=vacant''' não é oficial. No entanto os renderes poderão no futuro suportar esta tag, para já irão tratá-la como sinónimo de building=yes.&lt;br /&gt;
Existe uma [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Proposed_features/Building_attributes proposta] em avaliação que sugere, entre outros, o atributo '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' em que o ''building_type'' é a tipologia do edifício.&lt;br /&gt;
Pessoalmente considero que esta tag levanta alguns problemas de '''verificabilidade''', pois só na posse desta informação é que é possível aceitar determinado valor. Todavia, considero que se adequa perfeitamente a uma classificação do tipo &amp;quot;devoluto&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;É só para edifícios desabitados? E como se classifica a degradação? Por níveis de degradação?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Apesar do [http://www.arrendamento.gov.pt/NR/rdonlyres/05ABC420-4655-4150-970A-485B2CB3FAFF/0/DL_Conceito_fiscal_predio_devoluto.pdf conceito] de imóvel devoluto ser uma figura legar &amp;quot;complicadíssima&amp;quot; de determinar considera-se devoluto o prédio urbano ou fracção autónoma que, durante um ano, se encontre desocupada. Como nós não somos fiscais (nem pretendemos ser), apenas nos assiste enquanto cidadãos identificar situações excepcionais de abandono e degradação do património.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Como se classifica a degradação?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom aqui não encontrei nenhuma tag que se adequasse ao nosso objectivo. Por isso proponho o seguinte: associado à tag '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' dois valores possíveis '''{vacant; partially  vacant}'''. O primeiro refere-se a todos os edifícios desabitados que apresentem sinais evidentes de abandono. Em princípio, estes evidenciam um avançado estado de degradação (pode não ser o caso) , não estão para venda ou aluguer nem aguardam o licenciamento camarário para a realização de obras(notório pela inexistência da placa de pedido de licenciamento). O segundo valor refere-se, portanto, a estas situações.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quanto ao estado de degradação podia sim ser por níveis (desde que bem documentados). Por exemplo: a tag '''building:vacant=&amp;lt;status_value&amp;gt;''' poderia assumir o valor {sem necessidades de reparação; pequenas reparações e reparações médias; grandes reparações e muito degradado}. Esta é, aliás, a classificação adoptada neste [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf estudo]. Uma outra proposta seria classificar os imóveis quanto à sua condição, i.e., se está '''{à venda, para alugar, aguarda licenciamento ou se está vago}''' através da tag '''building:vacant=&amp;lt;condition&amp;gt;'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;E apartamentos?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque não! Desde que se tenha essa informação e que esta possa ser universalmente verificada.&lt;br /&gt;
Repara que para além de estarmos a identificar situações abusivas no que toca à conservação do património edificado, estamos também a denunciar possíveis situações de irresponsabilidade que são puníveis à luz da lei, por isso cuidado!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
No que toca a residência secundárias (casas de férias) penso que o decreto-lei define esses casos como excepções à regra. No entanto, se estivermos perante uma situação como a que foi descrita anteriormente, porque não? Decerto que se a habitação apresentar sinais evidentes de degradação, provavelmente não estará habitada. Mas lá está, julgo que deve ficar à consideração de cada um classificar aquele imóvel como uma situação abusiva, de abandono e irresponsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58896</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58896"/>
		<updated>2011-11-25T18:03:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Discussão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal, através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Discussão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 25 Nov 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No teu texto, apenas sugeres a tag building=vacant. Essa tag é oficial?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. A tag '''building=vacant''' não é oficial. No entanto os renderes poderão no futuro suportar esta tag, para já irão tratá-la como sinónimo de building=yes.&lt;br /&gt;
Existe uma [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Proposed_features/Building_attributes proposta] em avaliação que sugere, entre outros, o atributo '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' em que o ''building_type'' é a tipologia do edifício.&lt;br /&gt;
Pessoalmente considero que esta tag levanta alguns problemas de '''verificabilidade''', pois só na posse desta informação é que é possível aceitar determinado valor. Todavia, considero que se adequa perfeitamente a uma classificação do tipo &amp;quot;devoluto&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;É só para edifícios desabitados? E como se classifica a degradação? Por níveis de degradação?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Apesar do [http://www.arrendamento.gov.pt/NR/rdonlyres/05ABC420-4655-4150-970A-485B2CB3FAFF/0/DL_Conceito_fiscal_predio_devoluto.pdf conceito] de imóvel devoluto ser uma figura legar &amp;quot;complicadíssima&amp;quot; de determinar considera-se devoluto o prédio urbano ou fracção autónoma que, durante um ano, se encontre desocupada. Como nós não somos fiscais (nem pretendemos ser), apenas nos assiste enquanto cidadãos identificar situações excepcionais de abandono e degradação do património.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Como se classifica a degradação?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom aqui não encontrei nenhuma tag que se adequasse ao nosso objectivo. Por isso proponho o seguinte: associado à tag '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' dois valores possíveis '''{vacant; partially  vacant}'''. O primeiro refere-se a todos os edifícios desabitados que apresentem sinais evidentes de abandono. Em princípio, estes evidenciam um avançado estado de degradação (pode não ser o caso) , não estão para venda ou aluguer nem aguardam o licenciamento camarário para a realização de obras(notório pela inexistência da placa de pedido de licenciamento). O segundo valor refere-se, portanto, a estas situações.&lt;br /&gt;
Quanto ao estado de degradação podia sim ser por níveis (desde que bem documentados). Por exemplo: a tag '''building:vacant=&amp;lt;status_value&amp;gt;''' poderia assumir o valor {sem necessidades de reparação; pequenas reparações e reparações médias; grandes reparações e muito degradado}. Esta é, aliás, a classificação adoptada neste [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf estudo]. Uma outra proposta seria classificar os imóveis quanto à sua condição, i.e., se está '''{à venda, para alugar, aguarda licenciamento ou se está vago}''' através da tag '''building:vacant=&amp;lt;condition&amp;gt;'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;E apartamentos?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque não! Desde que se tenha essa informação e que esta possa ser universalmente verificada.&lt;br /&gt;
Repara que para além de estarmos a identificar situações abusivas no que toca à conservação do património edificado, estamos também a denunciar possíveis situações de irresponsabilidade que são puníveis à luz da lei, por isso cuidado!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
No que toca a residência secundárias (casas de férias) penso que o decreto-lei define esses casos como excepções à regra. No entanto, se estivermos perante uma situação como a que foi descrita anteriormente, porque não? Decerto que se a habitação apresentar sinais evidentes de degradação, provavelmente não estará habitada. Mas lá está, julgo que deve ficar à consideração de cada um classificar aquele imóvel como uma situação abusiva, de abandono e irresponsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58895</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58895"/>
		<updated>2011-11-25T18:00:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal, através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Discussão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 25 Nov 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No teu texto, apenas sugeres a tag building=vacant. Essa tag é oficial?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. A tag '''building=vacant''' não é oficial. No entanto os renderes poderão no futuro suportar esta tag, para já irão tratá-la como sinónimo de building=yes.&lt;br /&gt;
Existe uma [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Proposed_features/Building_attributes proposta] em avaliação que sugere, entre outros, o atributo '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' em que o ''building_type'' é a tipologia do edifício.&lt;br /&gt;
Pessoalmente considero que esta tag levanta alguns problemas de '''verificabilidade''', pois só na posse desta informação é que é possível aceitar determinado valor. Todavia, considero que se adequa perfeitamente a uma classificação do tipo &amp;quot;devoluto&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;É só para edifícios desabitados? E como se classifica a degradação? Por níveis de degradação?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Apesar do [http://www.arrendamento.gov.pt/NR/rdonlyres/05ABC420-4655-4150-970A-485B2CB3FAFF/0/DL_Conceito_fiscal_predio_devoluto.pdf conceito] de imóvel devoluto ser uma figura legar &amp;quot;complicadíssima&amp;quot; de determinar considera-se devoluto o prédio urbano ou fracção autónoma que, durante um ano, se encontre desocupada. Como nós não somos fiscais (nem pretendemos ser), apenas nos assiste enquanto cidadãos identificar situações excepcionais de abandono e degradação do património.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Como se classifica a degradação?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom aqui não encontrei nenhuma tag que se adequasse ao nosso objectivo. Por isso proponho o seguinte: associado à tag '''building=&amp;lt;building_type&amp;gt;''' dois valores possíveis '''{vacant; partially  vacant}'''. O primeiro refere-se a todos os edifícios desabitados que apresentem sinais evidentes de abandono. Em princípio, estes evidenciam um avançado estado de degradação (pode não ser o caso) , não estão para venda ou aluguer nem aguardam o licenciamento camarário para a realização de obras(notório pela inexistência da placa de pedido de licenciamento).&lt;br /&gt;
Quanto ao estado de degradação podia sim ser por níveis (desde que bem documentados). Por exemplo: a tag '''building:vacant=&amp;lt;status_value&amp;gt;''' poderia assumir o valor {sem necessidades de reparação; pequenas reparações e reparações médias; grandes reparações e muito degradado}. Esta é, aliás, a classificação adoptada neste [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf estudo]. Uma outra proposta seria classificar os imóveis quanto à sua condição, i.e., se está '''{à venda, para alugar, aguarda licenciamento ou se está vago}''' através da tag '''building:vacant=&amp;lt;condition&amp;gt;'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;E apartamentos?&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque não! Desde que se tenha essa informação e que esta possa ser universalmente verificada.&lt;br /&gt;
Repara que para além de estarmos a identificar situações abusivas no que toca à conservação do património edificado, estamos também a denunciar possíveis situações de irresponsabilidade que são puníveis à luz da lei, por isso cuidado!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
No que toca a residência secundárias (casas de férias) penso que o decreto-lei define esses casos como excepções à regra. No entanto, se estivermos perante uma situação como a que foi descrita anteriormente, porque não? Decerto que se a habitação apresentar sinais evidentes de degradação, provavelmente não estará habitada. Mas lá está, julgo que deve ficar à consideração de cada um classificar aquele imóvel como uma situação abusiva, de abandono e irresponsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58878</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58878"/>
		<updated>2011-11-24T21:10:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Missão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal, através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58877</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58877"/>
		<updated>2011-11-24T21:09:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Missão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58876</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58876"/>
		<updated>2011-11-24T21:01:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Objectivos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional portugês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria '''building=vacant'''&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58875</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58875"/>
		<updated>2011-11-24T21:00:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Missão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como apoiar a criação de um mapa de Portugal, no espírito da iniciativa [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal '''Vamos Mapear Portugal'''], que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação e abandono do parque habitacional portugês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria building=vacant&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58874</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58874"/>
		<updated>2011-11-24T20:54:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Dinamizadores */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria building=vacant&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58873</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T20:52:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Dinamizadores */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria building=vacant&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[http://wiki.osgeo.org/wiki/User:Cnogola Gonçalo Lourenço]]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58872</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T20:50:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Dinamizadores */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria building=vacant&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dinamizadores==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[user:Cnogola Gonçalo Lourenço]]&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58871</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58871"/>
		<updated>2011-11-24T20:49:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria building=vacant&lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dinamizadores===&lt;br /&gt;
* [[user:Cnogola Gonçalo Lourenço]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58870</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T20:45:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [[http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building]] relevante para o nosso segundo objectivo. Para o conseguir a tag seria &lt;br /&gt;
* Fazer o endereçamento dos edifícios seria bastante útil, em particular para os geocoders.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58869</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T20:37:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre [[edifícios]] e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Beginners%27_guide Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Josm Josm], podem ser uma ajuda preciosa se não tiveres um GPS. Existem, no entanto [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Hardware_Guide soluções alternativas].&lt;br /&gt;
* Aprende como classificar os objectos espaciais usando as [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tags tags] adequadas, em particular a chave [[http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Building Building]] relevante para o nosso segundo objectivo.&lt;br /&gt;
*&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58868</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T20:24:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 30 000 famílias a viver em barracas, ou alojamentos não clássicos, e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Isto faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre [[edifícios]] e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lê o [Beguiners Guide] e começar a contribuir para o OSM com estes objectivos em mente;&lt;br /&gt;
* Usa o teu conhecimento local e começa por identificar/localizar todos os edifícios abandonados na tua rua e depois no teu bairro e depois na tua cidade e depois...estás a ver a ideia? Os mapas Bing, disponíveis no podem dar uma ajuda preciosa no&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
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		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58867</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T20:12:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradoxalmente há em Portugal cerca de 27 300 famílias em barracas ou alojamentos não clássicos e mais de meio milhão de alojamentos sobrelotados. Faz sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre [[edifícios]] e a sua ocupação predominante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ler o [Beguiners Guide]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58866</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58866"/>
		<updated>2011-11-24T20:05:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Efectuar o levantamento dos imóveis devolutos em Portugal e descarregar esses dados na base de dados do OSM;&lt;br /&gt;
* Editar/actualizar a informação existente no OSM sobre edifícios e a sua ocupação predominante.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58865</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T19:55:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Missão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre o estado de degradação do nosso parque habitacional.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58864</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T19:53:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Missão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica gratuita através do [http://www.openstreetmap.org/ OpenStreetMap], bem como a criação de um mapa de Portugal, livre e aberto, que sirva os objectivos de todos aqueles que se queiram servir dele.&lt;br /&gt;
Especificamente, esta iniciativa pretende chamar a atenção para a problemática, muitas vezes negligenciada pela sociedade, da habitação em Portugal através de um maior  envolvimento da comunidade na criação e partilha de informação geográfica sobre imóveis devolutos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
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		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T19:37:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Enquadramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a partilha e divulgação de informação geográfica, bem como a criação de um mapa&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
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		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T18:38:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Enquadramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, 1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado. Como nos mostram os números &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Diagnóstico de Dinâmicas e Carências Habitacionais na análise dos alojamentos vagos revela ainda que uma importante componente destina-se a venda ou a&lt;br /&gt;
arrendamento. Trata-se de 34,1% dos alojamentos, ou seja, 185 509 fogos cujo fim serve&lt;br /&gt;
directamente o mercado.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
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		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T18:37:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Enquadramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, 1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado. Como nos mostram os números &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Diagnóstico de Dinâmicas e Carências Habitacionais na análise dos alojamentos vagos revela ainda que uma importante componente destina-se a venda ou a&lt;br /&gt;
arrendamento. Trata-se de 34,1% dos alojamentos, ou seja, 185 509 fogos cujo fim serve&lt;br /&gt;
directamente o mercado.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
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		<title>(re)habitar Portugal</title>
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		<updated>2011-11-24T18:36:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Enquadramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&amp;lt;p&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&amp;lt;p&amp;gt;&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, 1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado. Como nos mostram os números &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Diagnóstico de Dinâmicas e Carências Habitacionais na análise dos alojamentos vagos revela ainda que uma importante componente destina-se a venda ou a&lt;br /&gt;
arrendamento. Trata-se de 34,1% dos alojamentos, ou seja, 185 509 fogos cujo fim serve&lt;br /&gt;
directamente o mercado.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58859</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58859"/>
		<updated>2011-11-24T18:35:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Enquadramento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2001'''&lt;br /&gt;
De acordo com dados do INE, publicados no [http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234211200O4yJD9xu4Cp62GA2.pdf Plano Estratégico Nacional de Habitação 2008/2013]  existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações.&lt;br /&gt;
Segundo a forma de ocupação, a habitação em Portugal distribui-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação (cerca de 98% do edificado destina-se à habitação), 59% dos alojamentos não necessitava de qualquer reparação, 33% necessitava de pequenas e médias reparações e 8% está muito degradado e precisa de grandes reparações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é do conhecimento público a degradação física afecta sobretudo os edifícios mais antigos e, por isso, o estado de degradação alastra nas zonas mais antigas e mais nobres das cidades, como nos centros históricos de Lisboa e Porto. Com efeito, em Lisboa, a maior ou menor degradação física atinge mais de 60% do parque habitacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portugal ano de 2011'''&lt;br /&gt;
Passados 10 anos e de acordo com os [http://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=128968574&amp;amp;att_display=n&amp;amp;att_download=y resultados provisórios dos Censos 2011] o cenário agrava-se, assistindo-se a um aumento da importância dos alojamentos vagos (+1,7p.p) e de residência secundária (+1,0p.p) associado a um decréscimo de 2,7 p.p. nos alojamentos de residência habitual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa década, o número total de alojamentos familiares, em Portugal, aumentou 16,2%. Este aumento foi suportado em grande medida pelos alojamentos vagos (+35,1%) e pelos alojamentos de residência secundária (+22,6%), sendo que, os de residência habitual apenas aumentaram 11,7%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, 1/3 do nosso parque habitacional (cerca de 735 mil alojamentos familiares) encontra-se na situação de vago (provavelmente devido à sua degradação) e cerca de metade dos fogos vagos necessitam de intervenção ao nível de reparações. No entanto, nem todos se encontram para venda ou arrendamento. Aliás, reportando a 2001, apenas 34,1% dos alojamentos vagos serviam directamente o mercado. Como nos mostram os números &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Diagnóstico de Dinâmicas e Carências Habitacionais na análise dos alojamentos vagos revela ainda que uma importante componente destina-se a venda ou a&lt;br /&gt;
arrendamento. Trata-se de 34,1% dos alojamentos, ou seja, 185 509 fogos cujo fim serve&lt;br /&gt;
directamente o mercado.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58856</id>
		<title>(re)habitar Portugal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=(re)habitar_Portugal&amp;diff=58856"/>
		<updated>2011-11-24T16:18:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: Created page with &amp;quot;==Enquadramento==  Segundo dados do INE (Recenseamento Geral da População e Habitação – 2001), em Portugal existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de peque...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Enquadramento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo dados do INE (Recenseamento Geral da População e Habitação – 2001), em Portugal existiam cerca de 1 milhão e 600 mil fogos a necessitar de pequenas e médias&lt;br /&gt;
reparações e 326 mil fogos, muito degradados ou a precisar de grandes reparações. Segundo o tipo de ocupação, estas habitações distribuem-se por residências habituais (57%), habitações secundárias (10%) e alojamentos vagos (33%).&lt;br /&gt;
Tendo em conta o estado de degradação da habitação em Portugal, à 10 anos atrás&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=Osm&amp;diff=58854</id>
		<title>Osm</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=Osm&amp;diff=58854"/>
		<updated>2011-11-24T14:44:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Grupo de Trabalho */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Open Street Map==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;OpenStreetMap é um mapa livre e editável do mundo. Ele é feito por pessoas como você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OpenStreetMap permite visualizar, editar e usar dados geográficos de maneira colaborativa de qualquer lugar do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A hospedagem dos dados do OpenStreetMap é cedida gentilmente por UCL VR Centre e bytemark.&amp;quot; [http://www.openstreetmap.org/ OSM]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma página wiki dedicada a Portugal e uma lista de correio para Portugal no OSM, e está disponível respectivamente em  [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/WikiProject_Portugal Projecto Portugal][http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-pt Lista OSm &amp;quot;talk-pt&amp;quot;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notícias==&lt;br /&gt;
Foi formado um &amp;quot;movimento&amp;quot; de divulgação e promoção do OpenStreetMap patrocinado pela Osgeopt, todos são convidados a untar-se e ajudar no que puderem: [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal &amp;quot;Vamos Mapear Portugal&amp;quot;].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já se pode editar no OSM com as imagens aéreas do Bing (mapas da Microsoft) como referência! Informação mais detalhada no wiki do osm: [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Bing Editar Osm com Bing (Inglês).]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferência Internacional Anual do Openstreetmap foi em Denver, EUA, em 9,10 e 11 de Setembro de 2011. Página da conferência em [http://stateofthemap.org/ stateofthemap.org]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==OSM Parties e Workshops==&lt;br /&gt;
Por favor, acrescentem aqui os eventos locais que forem organizando para sabermos todos!&lt;br /&gt;
* Oliveira de Azeméis, 11 de Novembro - Workshop OSM (Victor Ferreira) em colaboração com Câmara Municipal de O. A.&lt;br /&gt;
* [[Águeda 29 Janeiro 2010]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Estatísticas OSM para Portugal==&lt;br /&gt;
Pagína gentilmente criada por Alexandr Zeinalov, do site http://stat.latlon.org com dados estatísticos para Portugal:&lt;br /&gt;
*[http://stat.latlon.org/pt/latest/ Estatísticas OSM Portugal]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Missão==&lt;br /&gt;
Promover a criação de dados geográficos abertos e livres, utilizando a plataforma Openstreetmap.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objectivos==&lt;br /&gt;
A fazer:&lt;br /&gt;
* Criar brochura de divulgação em português.&lt;br /&gt;
* Promover eventos de mapeamento: Fica o &amp;quot;Vamos Mapear Portugal a promover isso?&amp;quot;&lt;br /&gt;
* Apoiar divulgação junto de alunos/professores para promover mais participantes em actividades de mapeamento, e divulgar conceito de dados geográficos abertos junto dos mais jovens. (identificar níveis: preparatório, secundário, universidade): Fica o &amp;quot;Vamos Mapear Portugal a promover isso?&amp;quot;&lt;br /&gt;
* Promover a abertura de dados espaciais junto das autarquias (bastantes dos dados cartográficos básicos são produzidos com licenças incompatíveis pelo que o potencial é relativo...):&lt;br /&gt;
VF: Neste caso das autarquias, tenho verificado que a maioria dos dados &amp;quot;cartográficos&amp;quot; são bases IGP ou exército pelo que não se podem utilizar. O s dados que as próprias autarquias foram produzindo internamente e que poderiam ser &amp;quot;transferidos&amp;quot; para o OSM são mais &amp;quot;metadados&amp;quot; do que propriamente &amp;quot;entidades&amp;quot; geométricas: posição de equipamentos, património, hierarquia de vias municipais, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em execução:&lt;br /&gt;
* Traduzir tutorial de introdução à edição OSM: Traduçãp do Learnosm.org (Victor F)&lt;br /&gt;
* Criar guia introdutória a etiquetas das entidades dos mapas OSM (em elaboração - Victor F):&lt;br /&gt;
Pela complexidade do numero de tags existentes e a &amp;quot;tradução&amp;quot; da sua aplicação para português, revela-se uma tarefa complexa. Abordei a questão tentando criar tabelas de equivalência entre tags inglesas e entidades &amp;quot;portuguesas&amp;quot; - como no caso da hierarquia de vias e dos povoados. Tentei também reunir as tags mais utilizadas ou mais &amp;quot;prioritárias&amp;quot; para o que queremos mapear.&lt;br /&gt;
* Ajudar no wiki do OSM, acrescentando, corrigindo e traduzindo. Alguns links do wiki OSM (acrescentar mais conforme forem editados ou criados): [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Estradas Estradas]; [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Highway Tag &amp;quot;highway&amp;quot; - Portugal inserido na lista] - atenção que quem quiser editar a tabela onde aparece Portugal tem de ser neste link [http://wiki.openstreetmap.org/w/index.php?title=Template:Highway:International_equivalence&amp;amp;action=submit Template:Higway].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Grupo de Trabalho==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[User:victorferreira|Victor Ferreira]] - [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/User:Victorferreira Página de utilizador no Openstreetmap]&lt;br /&gt;
*Vania Neves&lt;br /&gt;
*Miguel Tavares&lt;br /&gt;
*Danilo Furtado&lt;br /&gt;
*[[User:Waldir|Waldir Pimenta]]&lt;br /&gt;
*[[User:eloi.ribeiro|Eloi Ribeiro]]&lt;br /&gt;
*[[User:jgrocha|Jorge Gustavo Rocha]]&lt;br /&gt;
*[[User:Cnogola|Gonçalo Lourenço]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Reuniões==&lt;br /&gt;
* 2009-11-11, 4a, 21h00-22h30, Reunião do grupo OSM, [http://www.sigaberto.org/irclogs/osgeo-pt_osm_20091111.html log disponível].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Software==&lt;br /&gt;
* JOSM - Editor Desktop em Java do Openstreetmap - permite editar tracks GPX; descarregar e editar dados dos servidores OSM; georeferenciar fotos; utilizar fotos e gravações audio para apoio ao mapeamento; e outras funções adicionadas por instalação (fácil) de plugins.[http://josm.openstreetmap.de/ Homepage do JOSM]&lt;br /&gt;
* BT747 - Software para configurar e aceder a dados em GPS datallogers. Aplicação em Java, que pode ser carregado directamente da web (no momento do arranque) ou instalado no computador local.  Página em [http://www.bt747.org/ www.bt747.org]&lt;br /&gt;
* TTTracklog - Software para registar &amp;quot;tracks&amp;quot; nos navegadores GPS Tomtom. Funciona em &amp;quot;background&amp;quot; sem perturbar o uso normal do Tomtom (grava automaticamente as tracks em GPX, uma por dia).  Página em [http://www.opentom.org/TTTracklog www.opentom.org/TTTracklog]&lt;br /&gt;
* wNutrak - Software para converter ficheiros log dos Garmin Nuvi 2xx e 7xx para formato GPX. Página em [http://www.anpo.republika.pl/download.html wNutrak]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Hardware para registo de &amp;quot;tracks&amp;quot;==&lt;br /&gt;
* Navegadores Tomtom (a maior parte deles é utilizável) - Para registo de &amp;quot;tracks&amp;quot; convem instalar software utilitário para fazer o registo directo a partir do chip GPS, evitando as correcções automáticas do navegador. Ver TTTracklog mais acima em &amp;quot;Software&amp;quot;&lt;br /&gt;
* Navegadores Garmin - Muitos dos navegadores Garmin podem ser &amp;quot;hackados&amp;quot; para permitir registo de &amp;quot;tracks&amp;quot;, possibilidade que vem &amp;quot;escondida&amp;quot; em muitos deles. (após experimentar Tomtom e Garmin, gostei mais dos Tomtom para registo de tracks - a vantagem dos Garmin poderá ser para fazer visualização/navegação de mapas OSM dentro do Navegador - Victor)&lt;br /&gt;
** Hack para activar registo de tracks nos Garmin Nuvi 2xx e 7xx: [http://www.gpspassion.com/upload2/HiddenTrackLogHowTo.pdf HiddenTrackLogHowTo.pdf]&lt;br /&gt;
* Data logger Qstarz 1000X &amp;quot;Travel Recorder&amp;quot;&lt;br /&gt;
* Acrescentar equipamentos que estejam a usar...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links interessantes==&lt;br /&gt;
* [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/WikiProject_Portugal Página de Portugal no wiki do OSM]- página onde se pode encontrar vários recursos de referência sobre o projecto OSM em Portugal - um bom ponto de partida.&lt;br /&gt;
* [http://walking-papers.org/ walking-papers.org]- Permite imprimir em papel partes do mapa OSM, onde se podem anotar informações sobre as estradas e pontos de interesse, podendo ser no fim digitalizados de volta para o site, para serem usados para inserir dados no OSM (também podem ser usados como base de trabalho de campo para anotar nomes de rua e outros para apoiar sessões de edição online).&lt;br /&gt;
* [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Pt:Map_Features Pt:Map_Features]- Página do wiki OSM onde se listam em português algumas das Tags usadas nas entidades dos mapas Openstreetmap - especialmente interessante a correspondencia das tags de estradas com a nossa hierarquia de estradas oficial.&lt;br /&gt;
* Comparar google maps com Openstreetmap - Não utilizar para &amp;quot;copiar&amp;quot; o mapa da Google, serve para ver se a área está bem mapeada ou não por comparação (dá para perceber se a zona está mais ou menos &amp;quot;completa&amp;quot; em termos de mapeamento) - [http://tools.geofabrik.de/mc/index.html?mt0=googlemap&amp;amp;mt1=mapnik&amp;amp;lon=-0.0972891&amp;amp;lat=51.0039258&amp;amp;z=14 Map compare da Geofabrik.de]&lt;br /&gt;
* [http://www.openstreetbrowser.org/ OpenStreetBrowser]- Serviço online que permite visualizar a informação do OSM por temas, localizando por nome de item. Deêm uma olhada na vossa zona e ajudem a completar!.&lt;br /&gt;
* Exportar mapas OSM para imagem, pdf ou alguma forma útil para imprimir em papel (alguns em livro, com índice de ruas e tudo!) [http://wiki.openstreetmap.org/wiki/OSM_on_paper OSM on Paper].&lt;br /&gt;
* Mapa que mostra onde o utilizador OSM esteve mais activo (heat map) [http://yosmhm.neis-one.org/ Your OSM Heat Map aka Where did you contribute?].&lt;br /&gt;
* Mapa que mostra onde o utilizador OSM editou no mundo (atenção: utiliza info de 19-06-2011) [http://wdye.osm-tools.org/ Where did you edit?].&lt;br /&gt;
* Para quem quiser ajudar o OSM a actualizar o mapa mais rapidamente pode contribuir com o seu computador e largura de banda (só se aconselha a quem tenha ligação contínua à Internet e não pague ao bit!!) [http://www.osm-tools.org/downloads/tahwin.html Tiles@home windows installer]. Se alguém colocar este software a funcionar dê uma opinião na lista osgeo!&lt;br /&gt;
* Comparar mapas por transparência - [http://sautter.com/map/?lat=39.7&amp;amp;lon=-8&amp;amp;zoom=12 Transparent map comparison]&lt;br /&gt;
* Calcular direcções para navegação entre pontos OSM - [http://facilmap.org/ Facilmap]&lt;br /&gt;
* Editor online especializado em &amp;quot;amenities&amp;quot; OSM - [http://ae.osmsurround.org/ae/index?zoom=7&amp;amp;lat=40.04436&amp;amp;lon=-8.15735&amp;amp;layers=BTT Amenity Editor]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category: Portugal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tutoriais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Tutoriais por Pedro Costa]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58840</id>
		<title>User:Cnogola</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58840"/>
		<updated>2011-11-21T19:04:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Bio ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo Lourenço '''aka cnogola''' has a Master degree in Civil Engineering from the [http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIEC Faculdade de Engenharia Universidade do Porto] where he started to work with GIS. He is specialized in Transport Infrastructures, and works as a Highway Engineer since 2008. More recently, he started the GIS&amp;amp;Science Master Program at [http://www.isegi.unl.pt/ ISEGI-UNL] and is now finishing the post-graduation.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contact ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo spends most of his time here.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; [http://www.openstreetmap.org/?lat=38.72911&amp;amp;lon=-9.13629&amp;amp;zoom=17&amp;amp;layers=M Show on OpenStreetMap]&lt;br /&gt;
: Rua de Arroios n93&lt;br /&gt;
: 1150-053 Lisboa&lt;br /&gt;
: Portugal&lt;br /&gt;
: Email: cnogola AT gmail DOT com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Interests ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://en.wikipedia.org/wiki/Volunteered_geographic_information VGI]&lt;br /&gt;
* GIS and WebGIS&lt;br /&gt;
* Sustainability&lt;br /&gt;
* Social awareness&lt;br /&gt;
* Entrepreneurship&lt;br /&gt;
* Crowdsourcing&lt;br /&gt;
* [http://wiki.osgeopt.pt/index.php/Vamos_mapear_Portugal Vamos Mapear Portugal]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projects &amp;amp; Iniciatives ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[(re)habitar Portugal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[respiga!]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
More information about me can be found [http://www.linkedin.com/pub/gon%C3%A7alo-louren%C3%A7o/2b/743/94/en here]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58839</id>
		<title>User:Cnogola</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58839"/>
		<updated>2011-11-21T18:22:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: /* Projects &amp;amp; Iniciatives */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Bio ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo Lourenço '''aka cnogola''' has a Master degree in Civil Engineering from the [http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIEC Faculdade de Engenharia Universidade do Porto] where he started to work with GIS. He is specialized in Transport Infrastructures, and works as a Highway Engineer since 2008. More recently, he started the GIS&amp;amp;Science Master Program at [http://www.isegi.unl.pt/ ISEGI-UNL] and is now finishing the post-graduation.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contact ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo spends most of his time here.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; [http://www.openstreetmap.org/?lat=38.72911&amp;amp;lon=-9.13629&amp;amp;zoom=17&amp;amp;layers=M Show on OpenStreetMap]&lt;br /&gt;
: Rua de Arroios n93&lt;br /&gt;
: 1150-053 Lisboa&lt;br /&gt;
: Portugal&lt;br /&gt;
: Email mailto:cnogola@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Interests ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://en.wikipedia.org/wiki/Volunteered_geographic_information VGI]&lt;br /&gt;
* GIS and WebGIS&lt;br /&gt;
* Sustainability&lt;br /&gt;
* Social awareness&lt;br /&gt;
* Entrepreneurship&lt;br /&gt;
* [http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing Crowdsourcing]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projects &amp;amp; Iniciatives ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[(re)habitar Portugal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[respiga!]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
More information about me can be found [http://www.openstreetmap.org/user/Gon%C3%A7alo%20Louren%C3%A7o here]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58838</id>
		<title>User:Cnogola</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58838"/>
		<updated>2011-11-21T18:07:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Bio ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo Lourenço '''aka cnogola''' has a Master degree in Civil Engineering from the [http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIEC Faculdade de Engenharia Universidade do Porto] where he started to work with GIS. He is specialized in Transport Infrastructures, and works as a Highway Engineer since 2008. More recently, he started the GIS&amp;amp;Science Master Program at [http://www.isegi.unl.pt/ ISEGI-UNL] and is now finishing the post-graduation.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contact ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo spends most of his time here.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; [http://www.openstreetmap.org/?lat=38.72911&amp;amp;lon=-9.13629&amp;amp;zoom=17&amp;amp;layers=M Show on OpenStreetMap]&lt;br /&gt;
: Rua de Arroios n93&lt;br /&gt;
: 1150-053 Lisboa&lt;br /&gt;
: Portugal&lt;br /&gt;
: Email mailto:cnogola@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Interests ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://en.wikipedia.org/wiki/Volunteered_geographic_information VGI]&lt;br /&gt;
* GIS and WebGIS&lt;br /&gt;
* Sustainability&lt;br /&gt;
* Social awareness&lt;br /&gt;
* Entrepreneurship&lt;br /&gt;
* [http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing Crowdsourcing]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projects &amp;amp; Iniciatives ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[(re)habitar Portugal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[respiga!]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
More information about me can be found [[here]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Portugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58837</id>
		<title>User:Cnogola</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58837"/>
		<updated>2011-11-21T18:06:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Bio ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo Lourenço '''aka cnogola''' has a Master degree in Civil Engineering from the [http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIEC Faculdade de Engenharia Universidade do Porto] where he started to work with GIS. He is specialized in Transport Infrastructures, and works as a Highway Engineer since 2008. More recently, he started the GIS&amp;amp;Science Master Program at [http://www.isegi.unl.pt/ ISEGI-UNL] and is now finishing the post-graduation.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contact ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo spends most of his time here.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; [http://www.openstreetmap.org/?lat=38.72911&amp;amp;lon=-9.13629&amp;amp;zoom=17&amp;amp;layers=M Show on OpenStreetMap]&lt;br /&gt;
: Rua de Arroios n93&lt;br /&gt;
: 1150-053 Lisboa&lt;br /&gt;
: Portugal&lt;br /&gt;
: Email mailto:cnogola@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Interests ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://en.wikipedia.org/wiki/Volunteered_geographic_information VGI]&lt;br /&gt;
* GIS and WebGIS&lt;br /&gt;
* Sustainability&lt;br /&gt;
* Social awareness&lt;br /&gt;
* Entrepreneurship&lt;br /&gt;
* [http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing Crowdsourcing]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projects &amp;amp; Iniciatives ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[(re)habitar Portugal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[respiga!]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
More information about me can be found [[here]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Porugal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Wiki-Cnogola</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.osgeo.org/w/index.php?title=User:Cnogola&amp;diff=58836</id>
		<title>User:Cnogola</title>
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		<updated>2011-11-21T18:02:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Wiki-Cnogola: Created page with &amp;quot;== Bio ==  Gonçalo Lourenço '''aka cnogola''' has a Master degree in Civil Engineering from the [http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIEC Faculdade de Enge...&amp;quot;&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;== Bio ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalo Lourenço '''aka cnogola''' has a Master degree in Civil Engineering from the [http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIEC Faculdade de Engenharia Universidade do Porto] where he started to work with GIS. He is specialized in Transport Infrastructures, and works as a Highway Engineer since 2008. More recently, he started the GIS&amp;amp;Science Master Program at [http://www.isegi.unl.pt/ ISEGI-UNL] and is now finishing the post-graduation.&lt;br /&gt;
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